Busca Avançada


            Favor corrigir o período

Categorias: 
Categoria Selecione
Artigos
Ciências
Clippings
Entrevistas
Especiais
Na Mídia
Notícias
Releases


Tags Selecione
Adalberto Fazzio e Sidney Jard da Silva
Ana C. Carvalhaes
Andrei Netto e Afra Balazina
Arnaldo Niskier
Artigo Ben Sangari
Artigo Jorge Werthein
Artigos
Ben Sangari
Benham sangari
Bernardo Kliksberg
Bill Clinton
Botucatu
Brad Stone
Brasil
Celso Lafer e João Grandino Rodas
Chris Riedel
Ciencia e Tecnologia com Criatividade
Cientistas do Amanhã
Ciência
Ciência em Foco
Ciência na Rua
Ciência para Gente
Ciências
Claudia Costin
Claudio de Moura Castro
Clinton Global Initiative
Correio Braziliense
Cristiano Romero
Cristovam Buarque
CTC
Cultura
Cultura Científica
Darwin
Educação
Educação em Ciências
Einstein
Eloi Garcia
Enem
Entrevista
Escola
Ethevaldo Siqueira
Febrace
Fernando Haddad
Folha de S. Paulo
Folha On-line
Fábio de Castro
G1
Germana Barata
Globo News
Graciela Chichilnisky
Greg Ferenstein
Guia Sangari
Hannah Richardson
Ideb
Instituto Sangari
Inês do Amaral Büschel
Inês Dussel
Isaac Roitman
Ismael Pfeifer
Jorge Werthein
Jornais
José Eli da Veiga
Juan Carlos Tedesco
Julio Jacobo Waiselfisz
Kathleen Kennedy Manzo
Kenneth J. Bernstein
Luciana Coelho
Mapa da Violência
Marcos Sawaya Jank
Marcos Todeschini
Martins Altenfelder Silva
Meio Ambiente
Metodologia de Ensino
Metodologia de Pesquisa Cientifica
MIKEL ORMAZABAL
Milú Villela
Miriam Abramovay
Na Mídia
Naércio Menezes Filho
Nora Bär
O Estado de S. Paulo
O Globo
Otaviano Helene
Pascal Picq
Paulo Nathanael Pereira de Souza
Paulo R. Haddad
Professor
Programação Cultural
Projetos CTC
R7
Rap com Ciência
Ray Fisman
Ricardo Abramovay
Ricardo Sametband
Ritla
Roberto Lent
Rudá Ricci
Ruy Martins
Sangari
Sangari Argentina
Sangari Brasil
sangari estados unidos
Sangari EUA
Sangari USA
SERGIO E. MOREIRA LIMA
Sheikha Mozah
Silvio Ribas
Simon Schwartzman
Telescópio
Telescópio: Ciência
Telescópio: Educação
Telescópio: Tecnologia
Thomas L. Friedman
UFBA
Unesco
Valor Econômico
Vestibular
VINCENT DEFOURNY
Wesley Chapel

 
30.11.2009
Enviar por email   Imprimir   Tamanho do Texto   A+ A-
China investe para se tornar líder global em geração de energia verde
Hoje, país é o que mais emite gases de efeito estufa, além de ter 70% de seus rios, lagos e reservatórios contaminados
Cláudia Trevisan - O Estado de S. Paulo

A China é o país que mais emite gases que provocam o efeito estufa, tem 17 das 25 cidades mais poluídas do mundo e 70% de seus rios, lagos e reservatórios estão contaminados. Tudo isso é verdade. Mas o país asiático também investe bilhões em tecnologias verdes e caminha rapidamente para se tornar um líder do setor, com a meta de ter 20% de sua energia retirada de fontes renováveis em 2020.

As autoridades chinesas concluíram que os problemas ambientais podem comprometer o próprio desenvolvimento do país e afetar a estabilidade social que tanto prezam. Afinal, nada menos que 720 milhões de seus 1,3 bilhão de habitantes vivem na zona rural e dependem de terras e águas cada vez mais ameaçadas pela poluição.

Além disso, a expansão de tecnologias verdes é considerada uma poderosa fonte de crescimento econômico, que ganhou ainda mais importância com a retração da demanda mundial por exportações chinesas a partir de 2008, em razão da crise financeira global.

O potencial do setor é grande o bastante para amenizar as divisões entre as duas principais correntes do Partido Comunista - a que defende o crescimento acima de tudo e a que também se preocupa com aspectos ambientais e sociais. "Eles resolveram o conflito quando concluíram que a revolução verde é a nova revolução industrial e a grande fonte de crescimento do século 21. O governo está colocando bilhões de dólares nesse setor", observa Sidney Rittenber, consultor norte-americano que se filiou ao PC chinês nos anos 40, participou da Revolução de 1949 e viveu no país até o fim dos anos 70.

Entidade que reúne multinacionais, ONGs, investidores, representantes de governos e especialistas que atuam na área de energia renovável, a China Greentech Initiative acredita que esse mercado poderá ter movimento anual de US$ 500 bilhões a US$ 1 trilhão em 2013, o que na cifra mais alta representaria 15% do PIB chinês previsto para aquele ano.

Os investimentos crescem a um ritmo muito superior ao da expansão da economia e receberam impulso adicional com o pacote de estímulo de US$ 586 bilhões anunciado por Pequim em novembro de 2008, logo depois da eclosão da crise global. Nada menos que 37% desses recursos são destinados a projetos na área de tecnologias verdes, estima a China Greentech Initiative.

POTÊNCIA AMBIENTAL

O World Watch Institute, com sede em Washington, se refere à China como uma "potência ambiental emergente" e afirma que o país caminha para se tornar o líder global em energia renovável, conceito que abrange todas as fontes que utilizam recursos inesgotáveis da natureza como sol, vento e água corrente. Os ambientalistas costumam excluir da classificação as grandes usinas hidrelétricas, em razão do impacto negativo delas sobre o ecossistema.

Em 2007, os chineses investiram US$ 12 bilhões em energia renovável, cifra que só ficou atrás dos US$ 14 bilhões registrados na Alemanha e representou 12% do total desembolsado em todo o mundo naquele ano.

A China dobrou a capacidade instalada para produção de energia eólica em cada um dos últimos cinco anos e caminha para ter a segunda maior potência mundial em 2010, atrás apenas dos Estados Unidos, com geração de 30 GW (gigawatts) - meta que será atingida uma década antes do previsto.

Agora, Pequim trabalha para gerar 100 GW com utilização do vento em 2020, cifra que equivale a toda a capacidade instalada de geração de energia do Brasil, incluindo Itaipu, que gera 14 GW.

"O investimento em energia eólica disparou na China. É um negócio gigantesco e a quantidade de plantas que eles estão construindo é a maior em todo o mundo", afirma o brasileiro Paulo Soares, que há dez anos vive no país e, há cinco, comanda a operação local da indiana Suzlon, uma das líderes globais do setor.

Em 2005, a empresa tinha três pessoas na China, incluindo Soares. Hoje, são 100, muitas das quais trabalhando na única grande fábrica da Suzlon fora da Índia. A decisão de produzir na China foi adotada em razão da exigência do governo de que 70% dos equipamentos tenham conteúdo nacional. Para os demais países, incluindo o Brasil, a Suzlon exporta turbinas fabricadas na Índia. Soares ressalta ainda que a China tem o maior potencial eólico do mundo, com 250 GW em terra e 750 GW no mar.

Os chineses já são os líderes mundiais na utilização de painéis solares para aquecimento de água, com 67% da capacidade instalada no planeta, de acordo com o Renewable Energy and Policy Network for the 21st Century (REN21).

Cerca de 10% das famílias chinesas se valem do sol para aquecer a água que utilizam em suas casas. A meta do governo é dobrar o porcentual até 2020. Na avaliação da Agência Internacional de Energia, esse sistema evitou a emissão de 14 milhões de toneladas de dióxido de carbono em 2005. As emissões globais da China atingiram no ano passado 6,9 bilhões de toneladas, o equivalente a 20% do total mundial.

 leia também
 compartilhe
       
 Nuvem de tags
adalberto fazzio e sidney jard da silva  ana c. carvalhaes  andrei netto e afra balazina  arnaldo niskier  artigo ben sangari  artigo jorge werthein  artigos  ben sangari  benham sangari  bernardo kliksberg   bill clinton  brad stone  brasil  ctc  celso lafer e joão grandino rodas  chris riedel  ciencia e tecnologia com criatividade  cientistas do amanhã  ciência  ciência em foco  ciência na rua  ciências  claudio de moura castro  clinton global initiative   cristiano romero  cristovam buarque   cultura  cultura científica  darwin  educação  educação em ciências  einstein  eloi garcia  enem  entrevista  escola  ethevaldo siqueira  ethevaldo siqueira  febrace  fernando haddad  folha de s. paulo  fábio de castro  germana barata  graciela chichilnisky  greg ferenstein  guia sangari  hannah richardson  ideb  instituto sangari  inês dussel  inês do amaral büschel  isaac roitman  ismael pfeifer  jorge werthein  jornais  josé eli da veiga  juan carlos tedesco  julio jacobo waiselfisz  kathleen kennedy manzo  kenneth j. bernstein  luciana coelho  mikel ormazabal  mapa da violência  marcos sawaya jank  marcos todeschini  meio ambiente  metodologia de ensino  metodologia de pesquisa cientifica  milú villela  miriam abramovay  na mídia  naércio menezes filho  nora bär  o estado de s. paulo  o globo  otaviano helene  pascal picq  paulo nathanael pereira de souza  paulo r. haddad  professor  programação cultural  projetos ctc  rap com ciência  ray fisman  ricardo abramovay  ricardo sametband  ritla  roberto lent   rudá ricci  ruy martins  sergio e. moreira lima  sangari  sangari argentina  sangari brasil  sangari eua  sangari usa  sheikha mozah   silvio ribas  simon schwartzman   telescópio  telescópio: ciência  telescópio: educação  telescópio: tecnologia  thomas l. friedman  ufba  unesco  vincent defourny  vestibular  wesley chapel  sangari estados unidos 
 comente


Nome      

E-mail*      
               *O e-mail não será divulgado
10 de Setembro de 2010
Sangari Notícias | Brasil
 contato

SÃO PAULO
Adriana Fernandes
adriana.fernandes@sangari.com
+55(11) 9599-6484

BRASÍLIA
Luciano Milhomem
luciano.milhomem@sangari.com
+55(61) 9807-8976

A reprodução de textos e imagens do Sangari Brasil Notícias é livre, desde que citada a fonte.